campanha 160 anos o livro dos espiritos seloParis segunda metade do século 19. Estamos na cidade das luzes e capital intelectual da Europa. Caminhamos em direção a Rua dos Martyrs n.08 . Vamos encontrar um singelo apartamento no segundo andar. No gabinete, o professor Hippolyte Leon Denizard Rivail, assistido e amparado de perto pela esposa, a doce Amelie Boudet, trabalha incessantemente num projeto libertador. Meses antes numa reunião mediúnica experimental na Rua Tiquetonne, havia recebido a advertência. “ Quanto a ti , Rivail, a tua missão aí está: és obreiro que reconstrói o que foi demolido.”
O legado de amor do Cristo Jesus, já havia deitado raízes em corações sequiosos de justiça e verdade na velha Palestina.Em verdadeiro Renascimento, ganhava novo fôlego agora por determinadas mãos de operoso servidor. Para ele também foi dito pelo próprio Jesus, ou o Espírito da Verdade, que o nobre pedagogo reúnia virtudes que precisariam ser exercitadas na árdua tarefa. O mestre recomendou ao discípulo uma série de cuidados e qualidades: humildade, modéstia, desinteresse, coragem, perseverança, devotamento, abnegação, firmeza inabalável, prudência e tato, para não comprometer o sucesso com atos ou palavras intempestivas.
No dia 18 de Abril de 1857 , ele lançava o pilar da monumental obra .A codificação da Doutrina Espírita rasgava o véu da incredulidade, do sobrenatural e da ignorância. Inspirado e acompanhado por uma “nuvem de testemunhas”, espíritos dedicados ao BEM, que ensinavam a reedição das máximas morais do Cristianismo Primeiro, acrescidas de lógica científica e profundidade filosófica.
Kardec não só entreveu a Verdade como conseguiu alcança-la inteira.
Obrigada Kardec. Hoje aos 160 anos de lançamento do Livro dos Espíritos, nos lembramos de ti e do teu legado.
A Humanidade já sabe de um novo porvir.
Todos temos o consolo da nossa filiação divina.
Da existência de um Pai amoroso e Sábio, que nos ama
Indistintamente.
Fazemos parte de uma família universal.
Nosso destino a felicidade. E que para a caminhada , o augusto convite está posto:
“Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar. Esta é a lei “.


cachoeiraA cachoeira se apresenta como ápice de uma fonte viva,que percorrendo distâncias como rio,finaliza sua viagem em passagem de potência,revigoramento e beleza .Todos aqueles que se banham em semelhantes águas ,renovam energias, experimentando sensações de vigor e refazimento.


O significado histórico da Páscoa, repousa raízes no Judaísmo,mas foi absorvido e alterado pelo mundo cristão.

Para os judeus, a Páscoa é a celebração que relembra a libertação do povo hebreu, após 400 anos de escravidão no Egito.

Já para o católicos cristãos celebra-se a ressureição de Jesus após a crucificação. A celebração inicia-se no Domingo de Ramos e termina no Domingo de Páscoa, período compreendido como Semana Santa.

Todas essas decorrências estão plenas de significados,mas deitando nosso olhar para as primeiras origens desta celebração, vamos encontrar nas antigas tribos politeístas um tributo à primavera e a deusa da fertilidade Eostre.É a partir desta raíz histórica,que surge a relação da Páscoa com ovos( nos tempos modernos,de chocolate...) e com a lebre,ícone das festividades tribais, que marcavam a passagem do rigoroso inverno europeu para o período fértil da primavera.


No Judaísmo a palavra Peseach significa “passagem”.

O vocábulo busca traduzir o ápice das pragas do Egito que atingiram as terras e os interesses do faraó do êxodo,no período de Moisés:

Um anjo da morte visita o Egito e para evitar as mortes dos primogênitos, os fiéis hebreus marcam com o sangue de um cordeiro a porta de entrada de suas casas. Este era o sinal para que os filhos daquele lar fossem poupados da morte, e o anjo passava ... .

Uma outra tradição hebraica tem relação com o cordeiro no período da Páscoa: a família judaica acolhia por uma semana um cordeiro para viver com eles dentro de casa. Na convivência, estabeleciam-se vínculos afetivos e de sentimentos com o animal,e no entardecer da sexta-feira, este era sacrificado. Se alimentar do cordeiro da Páscoa era uma experiência de dor, de desilusão com vistas ao exercício da libertação,pela perda de alguém amado.

Neste aspecto, já caminhamos aqui, para uma inter-relação com uma simbologia mais próxima dos preceitos da Doutrina Espírita.

Lembremo-nos da última ceia de Jesus com os apóstolos.

(Mt 26:17-19/Mc 14:12-16 e Lc 22:14-23).

Jesus conviveu com proximidade durante 3 anos com os discípulos. Durante a ceia pascal (tradição hebraica) Jesus se reúne com os apóstolos e diz: “ Não mais beberei,a partir de agora ,deste fruto da videira,até aquele dia em que beba convosco ,(vinho) novo,no Reino de meu Pai” ( Mt 26:29)

O Mestre se despedia dos 12 apóstolos. Ele dizia, um de vocês vai me entregar e trair.Estou me despedindo de vocês.Vou para o plano espiritual.Voltarei ao Pai.Vocês vão experienciar a dor da perda,e a crise da morte será um portal para que eu continue a amparar vocês e a cuidar da expansão do Cristianismo.

E ecoando as derradeiras falas de Jesus e desdobrando seu simbolismo, a Doutrina Espírita, codificada por Allan Kardec , no século 19, vai emoldurar a essência e beleza da mensagem do Mestre atestando ao mundo, que a vida não cessa.

Que todos os cristãos espíritas possam nesta Páscoa, se recordar de Jesus e celebrar em sua memória, o teor primeiro de sua missão : a libertação da escravidão da matéria,e o viver sem amarras com vistas a existência futura ,no plano espiritual.

Não permitamos que os ovinhos de chocolate e os coelhinhos da Páscoa

tirem a essência da celebração deste momento que é o profundo amor de Deus por nós e a imortalidade da alma.

Para os espíritas , a Páscoa propõe uma experiência de Deus. De amar e de sentir amado.


Cristo,foi o cordeiro de Deus, se imolou por nós.

Na passagem da cruz se ungiu de sangue,

De perdão e misericórdia ,

Para sinalizar o caminho,

A abertura das águas,

não mais vermelhas,do Mar Morto,

Apontando para a libertação e o consolo.

A celebração da vida.

A imortalidade da alma.


Carta de Paulo aos Gálatas; 2:20

Já não sou eu que vivo,mas é cristo que vive em mim.E a vida que agora tenho na carne,vivo-a na fé do Filho de Deus que me amou e a si mesmo se entregou por mim”

Boa Páscoa.



mãos unidasA Doutrina Espírita se apresenta aos espíritas de todos os tempos como o alicerce libertador-com os mais amplos horizontes da iluminação da humanidade.
Organizados estamos,graças à destemidos e obstinados precursores do passado,que souberam diminuir suas individualidades para construir o todo da estrutura unificada.
Agindo em conjunto,ensaiamos o salutar exercício da convivência cristã,diminuindo a ação aniquiladora da dissensão.
Em união reforçamo-nos contra o mal que ainda existe em nós e que nos cerca na vida hodierna.
Com unificação garantimos a consolidação do Movimento Espírita espraiando a divulgação doutrinária em bases corretas e equilibradas.
Dedicados alistamo-nos na fileiras de serviço, fazendo girar a dinâmica da tarefa auxiliadora ,utilizando com boa vontade, nossos parcos recursos de sentimentos nobres.
Contribuímos na maior parte das vezes com o que nos sobra em haveres,aprendendo pelo hábito e rotina, a haurir felicidade de um gesto caridoso.
Já vai muito tempo, quando o bálsamo suavizante da Boa Nova visitou o mundo em desalinho, para nos indicar o caminho redentor.
Hoje vivemos a Era do Espírito, e como espíritas temos diante de nós a tarefa primeira de estruturação moral íntima,gerando natural e imediato impacto na transformação do mundo à nossa volta.
Seguimos as encorajadoras palavras do Mestre que assinala o tento promissor: Buscai e Achareis.
Na condição de discípulos,fartamo-nos excessivamente no campo das bênçãos divinas.
Alcançados na compreensão da Verdade Maior, pela fé raciocinada,e experimentados no consolo libertador que nos informa a condição de filhos de Deus,somos sabedores das nossas potencialidades infinitas.
Porém,somos filhos perdulários de uma casa generosa e rica que malversam os bens recebidos, em vez de utilizá-los em benefício próprio.
Dispensamos oportunidades de espiritualização na troca de facilidades temporais que estimulam nossas posições “em zonas de conforto”.
Afirmamos acompanhar o Cristo,mas não seguimos a orientação de que “è necessário que Ele cresça e que eu diminua” .
Lutamos por nobres ideais redentores,mas esposamos a fé ao modo daqueles que se adaptam por fora a certas convicções intelectuais,guardando o ranço de velhas ausências morais.
Conjugamos o solidarizar,mas nos furtamos à necessidade de presença operosa nas atividades que favoreçam a divulgação doutrinária,deixando relegados à margem do caminho irmãos sedentos de luz.
Usamos a nossa Doutrina para soluções imediatistas que nos falem de perto ao ego, olvidando que nós mesmos é que deveríamos ser usados por ela na construção de nosso próprio bem,através do bem a todos aqueles que nos acompanham na Terra.
Falamos de uma urgente e necessária mudança de comportamento do Movimento Espírita.
Falamos de um necessária e inadiável reflexão a respeito de nosso comportamento como tarefeiros do BEM , no labor de nossas atuações frente às nossas instituições.
Falamos da constante ausência sentida, daqueles que privilegiam presença exclusiva em atividades que sejam de “sua alçada”.
Falamos da tímida representatividade dos irmãos espíritas em eventos de divulgação doutrinária que tenham caráter abrangente e de inclusão extensiva para todos.
A divulgação doutrinária e o permanente agir cristão é providência imperativa e não deve se coadunar com o “morno” .
Já soam os clarins de uma nova Era. A data limite está posta. Terminamos esta reflexão que em primeiro serve à sua autora, recordando a letra imorredoura do Evangelho quando da parábola do Grande Banquete: Mateus (22:1-14)

“ 22:11 O Rei, entrando para contemplar os convivas,viu ali um homem que não estava vestido com a veste nupcial,22:12 e disse-lhe:Companheiro,como entraste aqui sem a veste nupcial?Ele se calou.22:13 Então o Rei disse aos servidores:Depois de amarrar os pés e suas mãos,lançai-o para fora,nas trevas exteriores;ali haverá o pranto e o ranger de dentes.22:14 Porque muitos são chamados,mas poucos escolhidos.”

 




banner editorial2016dez

O editorial do CEERJ neste mês de Dezembro quer falar de valorização da vida. No dia 25 iremos comemorar a vida do maior exemplo de perfeição que já esteve entre nós. O nascimento de Jesus,marca a história da humanidade .Seu legado de amor inaugura a Boa Nova,mas há mais de dois mil anos , o Mestre aguarda por nós.Aguarda por entendimento e vivência da sua mensagem.

Muitos ainda se distanciam do chamado e voltam o seu olhar para a crença imatura que acredita ser a materia o elemento motriz da vida .Desconhecem as sublimes lições da questão 358 do Livro dos Espíritos quando de forma assertiva explicita as implicações do aborto provocado .” O aborto provocado é um crime,qualquer que seja a época da concepção? , pergunta o codificador Allan Kardec.

Respondem os espíritos: “ Há sempre crime quando se transgride a lei de Deus. A mãe ou qualquer pessoa cometerá sempre um crime ao tirar a vida à criança antes de seu nascimento,porque isso é impedir a alma de passar pelas provas de que o corpo devia ser o instrumento.”

Em polêmica decisão a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu em 29/11 que praticar aborto nos três primeiros meses da gestação não é crime. O entendimento foi firmado durante o julgamento de um caso específico, que revogou a prisão de cinco funcionários de uma clínica clandestina.

Embora outros magistrados não sejam obrigados a agir da mesma forma, a decisão abre caminho para a descriminalização do aborto no Brasil.

Em março deste ano o medo do Zika Virus e o possível impacto que poderia causar uma epidemia,no aumento de casos de microcefalia,mobilizou a imprensa e a população.

O assunto ganhou a alçada dos poderes jurídicos e ainda tramita a proposta de aprovação no STF do aborto legal em casos de microcefalia.

Por este editorial queremos fazer um convite: refletir e agir diante da escalada de entendimento equivocado do STF e de todos os que acreditam ser a matéria o ponto principal da vida humana.
Para os ministros do STF , vale a argumentação de que “ a criminalização do aborto é incompatível com a autonomia da mulher, com seus direitos sexuais e reprodutivos, com a integridade física e psíquica da gestante e com o princípio da igualdade de gênero .”

Para todos nós que já entendemos a vida espiritual como a verdadeira vida ,sendo ela,pré-existente ao corpo, e a Lei Divina como imutável e perfeita ,a prática do aborto provocado não passa de crime hediondo.
Interromper a gravidez de forma intencional , seja qual for o período da gestação ,é negar a um espírito em processo de reencarnação, a possibilidade de vivências que facultem a sua evolução.

É se colocar acima da Lei Maior, desafiando a Deus.

É desconsiderar no restrito âmbito humano o primeiro e mais fundamental dos direitos : o direito a vida..

Temos convicção de que em todos os reinos da natureza palpita a vibração de Deus, e que a vida humana representa nesta conjuntura o ápice de todas as experiências necessárias para catalogar valores e aquisições sagradas para a vida imortal. Preservar a vida humana é condição primeira daqueles que acreditam em valores que vão além do materialismo, das verdades oscilantes, efêmeras, que marcam uma época de incertezas e de miopias de entendimento.
Antes de se buscar o “ respeito à autonomia e a igualdade de gênero” , preciso se faz entender que somos todos iguais,enquanto espíritos imortais,e que na roupagem carnal cumprimos determinadas vocações,oscilando entre o feminino e o masculino,para a construção de um ser integral,e integrado na sua legítima filiação divina.

Vive-se numa época de grande competitividade e de pouca solidariedade. Em nome deste “modus-vivendi”, os indivíduos se permitem agir passando por cima de valores fundamentais.

A evolução de uma sociedade é medida pela sua capacidade de amparar os mais frágeis. A sociedade que apela para o aborto se declara falida em suas bases educacionais, porque dá guarida à violência que vai resultar em última instância na pena de morte para inocentes. Tal postura equivocada, não se coaduna com valores éticos e morais que apontam para uma sociedade aperfeiçoada na grande obra da regeneração. Amor e justiça são fatores condicionantes para o bem e a felicidade coletiva. É mais do que urgente, o resgate da sensatez, de valores adormecidos pelas fieiras do tempo. De implantarmos uma reedição moral dos valores consagrados pelo Cristianismo, cuja pauta maior é fazer ao outro o que gostaríamos que fosse feito a nós mesmos.

Se faz necessário trabalhar nos alicerces de uma sociedade mais justa que obrigatoriamente precisa conjugar noções de liberdade, igualdade e fraternidade, princípios solidários entre si.

Compete a todos os homens de boa vontade lutar pela legitimação do progresso moral da humanidade que será alcançado pela extirpação do egoísmo e da consolidação das leis divinas.

É pela consagração de todos estes valores que comemoramos neste Dezembro o Natal. Que comemoramos a vinda passageira e eficaz do Mestre Maior, que veio para nos ensinar novos valores que apontam para a Vida Futura.,
Unamo-nos. O momento agora é de defesa da vida humana,para que possamos garantir para o Homem, sua inexorável destinação : um glorioso futuro espiritual.





Como atingir a sustentabilidade financeira do CEERJ

“Pedimos vênia para reportar-nos ao dinheiro que se faz dínamo do trabalho e da beneficência." Emmanuel, do Livro Dinheiro, psicografado por Chico Xavier.
Ainda temos muitas dificuldades em lidar com a administração dos recursos financeiros em nossas vidas. E, como é natural, levamos esses embaraços para as atividades que desempenhamos no Movimento Espírita.
Gabriel Salum, atual Presidente da FERGS, em artigo na Revista Reen-carnação, nº 448, à página 31, nos esclarece que: “é fundamental que tratemos de sustentabilidade econômica e financeira com serenidade e clareza, observando o dinheiro como recurso providencial, talento a ser preservado, empregado e multiplicado para o atingimento do ideal que ora nos consorcia.”
Sabemos que os Centros Espíritas, ao serem criados, têm como finalidade principal o estudo, a prática e a divulgação da Doutrina Espírita, além de atender aos necessitados de toda ordem que batem à sua porta, dentre outras atividades.
Com o crescimento das tarefas e a chegada de novos frequentadores, verificamos a necessidade de organizar a administração da Casa, a fim de poder atender a procura pelos serviços prestados. Tal situação leva a Diretoria à busca de recursos materiais (espaço físico, móveis, utensílios e materiais diversos) e, com isso, chegamos à exigência dos recursos financeiros para manutenção da estrutura administrativa da Instituição Espírita (IE), essencial ao desenvolvimento das atividades de evangelização das crianças e dos jovens, estudos, palestras públicas e outras.
Como temos limitações de ordem moral na procura por recursos, pois não podemos fazê-lo em detrimento da nossa finalidade doutrinária, as Instituições Espíritas acabam encontrando no seu frequentador a principal fonte de recursos, para financiar os serviços, através da contribuição mensal e da participação em eventos promovidos pelo Centro Espírita. Então, de forma natural, o maior interessado no desenvolvimento das tarefas doutrinárias, torna-se o principal financiador da Casa Espírita.
O CEERJ, como Federação Espírita do Estado, tem como primeira finalidade estatutária “promover a unificação do movimento espírita no Estado do Rio de Janeiro.” Representa também o Movimento Espírita Estadual em âmbito Regional e Federal, participando dos trabalhos promovidos pelo Conselho Federativo Nacional, da FEB, para encaminhar as demandas e sugestões das Instituições do Rio de Janeiro e colher informações e orientações que irão nortear, em linhas gerais, as atividades espíritas em nosso Estado.
Dentro do Estado, fornece suporte necessário às Instituições Espíritas, através do CEU - Conselho Espírita de Unificação, além de manter serviços em suas respectivas áreas de atuação, que são disponibilizados para as Instituições Espíritas.
Para manutenção da prestação de serviços ao Movimento Espírita, o CEERJ conta com três fontes principais de recursos: 1) Contribuições: composta de mensalidades das Instituições Espíritas Adesas, colaborações de pessoas físicas e doações diversas. 2) Receitas da Venda de Livros e 3) Aluguéis.
Assim como, para o Centro Espírita, a contribuição do frequentador associado é de suma importância na composição de suas receitas; para o CEERJ, a mensalidade da Instituição Espírita é fundamental na composição dos recursos que irão financiar as suas despesas de manutenção. Por outro lado, destacamos que as Instituições Espíritas são a razão de ser da existência do CEERJ, pois é para elas que ele desenvolve suas atividades.
A fim de não pesar nas finanças das Instituições Espíritas, além dos recursos oriundos das mensalidades, o CEERJ desenvolve atividades visando conseguir receitas que ajudem na sua sustentabilidade financeira, preservando a sua condição de Instituição Espírita.
A venda do livro, realizada através da Livraria e da Livraria Virtual, atendendo a pessoa física, e da Distribuidora que atende as Instituições Espíritas do Estado, além de ser uma fonte de recursos para o CEERJ, encerra uma função muito importante da Federativa, qual seja, a divulgação da Doutrina, através do livro espírita, um instrumento nobre nesse mister.
Assim como as instituições espíritas buscam recursos para financiar suas atividades entre os frequentadores, o CEERJ conta com as mensalidades das IE para a sua manutenção. E urge que nos conscientizemos, enquanto Dirigentes Espíritas, de que as instituições dirigidas por nós precisam colaborar financeiramente com o CEERJ, pois o desenvolvimento do espiritismo no Estado passa também pela ação federativa.
Para encerrar, lembramos que o Estatuto Social do CEERJ estabelece que a mensalidade ou contribuição da Instituição Espírita é voluntária, ficando, portanto, por conta da disponibilidade financeira e da consciência de cada Dirigente Espírita a realização da mesma.