Flashes do III Congresso Espírita Brasileiro

Centenário de aniversário de Chico Xavier

Notícias de eventos, entrevistas, vídeos...

TV CEERJ - Transmissão ao vivo!

http://ceerj.org.br/ceerj/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/453803tv_logo1g.pnglink
http://ceerj.org.br/ceerj/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/809007tv_logo2g.pnglink
http://ceerj.org.br/ceerj/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/901435tv_logo3g.pnglink
http://ceerj.org.br/ceerj/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/749468tv_logo4g.pnglink
http://ceerj.org.br/ceerj/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/784641tv_logo5g.pnglink
http://ceerj.org.br/ceerj/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/408014tv_logo6g.pnglink
http://ceerj.org.br/ceerj/components/com_gk3_photoslide/thumbs_big/903643tv_logo8g.pnglink

SAEP

SAEPServiço de Assistência Espírita ao Preso.
Conheça, divulgue, seja um voluntário!
Saiba mais...

 

O BOM LEITOR

Projeto O Bom Leitor. Saiba mais...

Ajudem os Pequeninos

Campanha de Evangelização Espírita - Agudem os Pequeninos

ENEFE

ENEFEEncontro Estadual da Família Espírita.
Crie no seu Centro Espírita, um Núcleo de ENEFE.
Faça parte desta família!  Saiba mais...

 

As Mães de Chico Xavier


O ritmo frenético das gravações do filme “As Mães de Chico Xavier” pode ser acompanhado pelo blog www.asmaesdechicoxavier.com.br. Nele é possível conhecer um pouco a rotina dos profissionais envolvidos na produção, fotos do set, curiosidades e comentários da equipe.
Em breve, nos cinemas.

6º Congresso Espírita Mundial

Com o tema central “Somos espíritos imortais”, o 6º Congresso Espírita Mundial será no Centro de Convenções Feira de Valença.
No site, é possível obter alguns detalhes sobre este evento promovido pelo Conselho Espírita Internacional (CEI) em parceria com a Federação Espírita Espanhola.

Acesse o site, inscreva-se e obtenha mais informações: http://www.2010.kardec.es/

Leia mais...

XXXII COMEERJ e do XVII ENEFE

Visite o site da XXXI COMEERJTema para 2011: SER CRISTÃO: UMA QUESTÃO DE VIVÊNCIA!  Visite o site da COMEERJ!

Calendário de Eventos

Visite o site da XXXI COMEERJCalendário de eventos do CEERJ - 2010 e 2011.
Baixe aqui!
Da liderança do coordenador PDF Imprimir E-mail
Conceitos de Liderança
LÍDER - Pessoa que vai à frente para guiar ou mostrar o caminho, ou que precede ou dirige qualquer ação, opinião ou movimento.
A verdadeira essência da Liderança é a influência.
O homem que influencia outros homens no grupo é o seu líder.
Em princípio liderança não é outra coisa senão a função exercida pelo líder.
“Liderança é a atividade de influenciar pessoas à cooperar na consecução de um objetivo que consideram, por si mesmas, desejável”.  “É a capacidade, é a vontade de levar homens e mulheres à um objetivo comum, é o caráter que inspira essa confiança.” (Tead)
Liderança oscila entre duas condições essenciais à caracterização do Líder: influência e proeminência, as quais foram pela primeira vez demonstradas como inseparáveis e inerentes à Liderança, por Arthur Jones.
Qualidades do Líder
  1. Energia física – A efetividade do líder, depende em primeiro lugar, de uma constituição saudável (...). Energia é algo que precisa ser transmitido, e, portanto, o líder precisa dispor de energia para poder transmiti-la. A energia do líder transmite-se aos seus liderados. Desinteresse, apatia, fadiga crônica, rotina são ameaças à boa liderança (...). Liderar significa uma provisão de energia acima do normal. A sensação de completo bem-estar, de encarar cada novo dia com olhos claros e, absoluta disposição, é um patrimônio pessoal que o líder precisa conservar (...). A energia indispensável ao líder pode ser interpretada também em termos de habilidade de perseverar diante das decepções e de coragem para enfrentar a mais veemente oposição.
  2. Sentido de objetivo e direção – O líder sabe, com muito mais força de convicção, o que quer fazer e para onde ir. Cada líder deve saber responder questões complexas como estas: Sei mesmo o que quero, ou o que o meu grupo quer e espera de mim? Meus objetivos são os que interessam efetivamente ao grupo? Cada membro do grupo compreende e aceita esse objetivo, e essa direção? O líder que não enfrenta os objetivos, tenta fugir à verdadeira substância da Liderança, à sua própria finalidade. Em suma, não é líder.
  3. Entusiasmo – Quando o líder tem real vigor físico quanto ao seu objetivo, o aspecto mental correspondente é o entusiasmo. Os grandes líderes são entusiastas. São, na realidade, instrumentos possuídos de uma causa ou de um poder que se utiliza deles. Sentem-se dominados por uma força que por seu turno dominam. Não foi por acaso que a palavra entusiasmo originou-se na Grécia, e tinha a significação de “possuído”, “inspirado por uma divindade”. O verdadeiro líder não se envergonha de ser entusiasta. Sabe intuitivamente que tem de sê-lo. Esse entusiasmo é, em grande parte, a medida de sua influência. Em última análise, esse entusiasmo estimulante relaciona-se também com sua fé na vida, ou na maneira de encará-la. O pessimista não pode liderar ninguém.
  4. Cordialidade e afeição – (...) A cordialidade e a afeição tornam-se cada vez mais (...)difíceis de encontrar nas enormes organizações características de nossa época, não é impossível um esforço deliberado no sentido de amoldar afeição e cordialidade, em novos termos, melhor adaptados às novas condições do Trabalho moderno. A capacidade de afeição difere grandemente de uma pessoa para outra. Existem aqueles de temperamentos apaixonados, comunicativos, que fatalmente atraem as pessoas. Mas, existem também líderes esplêndidos com a desvantagem de uma grande timidez pessoal, o que dificulta o estabelecimento de laços afetivos com os liderados. Todavia, é uma atitude profunda, independente de qualquer magnetismo evidente, a que prevalece na Liderança. A cordialidade pode ser revelada mais lentamente e com menos dramaticidade, mas acaba deixando sua marca na aceitação do líder e no comportamento do grupo. O poder da pessoa é a paixão de que ela é capaz. É a paixão da verdade que faz grande o filósofo. É a paixão da justiça que faz o grande magistrado. É a paixão pelas criaturas humanas que faz o líder. A afeição é, assim, extremamente importante, por predispor as pessoas a serem influenciadas. A atitude cordial e afetiva, é a atitude capaz de influenciar os outros. O líder que receia afeiçoar-se, na realidade teme a Liderança.
  5. Integridade – “Podemos confiar nele” e “Ele é um homem que cumpre o que promete” são dois tributos que o líder precisa merecer de seus liderados. O líder deve ser íntegro. Não necessariamente um paradigma de virtudes, mas deve ser e  agir de acordo com o que esperam dele. Em geral, isto implica em uma harmonia razoável e uma consistência de motivos que se evidenciam na sua vida pública e privada. Significa que o indivíduo se mantém sob controle e é perfeitamente integrado em caráter e conduta. O líder não se pode colocar muito distante ou em oposição ao ponto de vista do grupo, se deseja manter-se na posição de lider. É claro que os liderados não querem conformidade completa do líder em tudo; ele não seria líder se apenas e conformasse. Porém, sua divergência de vistas e de ação precisa não ser extrema. Deve aparecer como um desenvolvimento natural das suas qualidades conhecidas, como expectativa plausível no espírito de seus homens. A atitude do líder precisa ser a que os liderados tomariam, se pudessem estar em idêntica posição.
  6. Competência técnica – Em qualquer situação, o líder tem de estar à altura de orientar os esforços de seus liderados, em conjunto. Competência técnica é, principalmente, uma responsabilidade de coordenação. Uma das evidentes fraquezas da educação moderna é a falta de preparação dos líderes universais, capazes de ver uma instituição como um todo e de coordenar esforços específicos. O maestro personaliza o reconhecimento de que a técnica de Liderança total é algo diferente das técnicas de dominar instrumentos particulares. O regente de uma sinfonia pode ser extremamente versátil como executante de cada instrumento, mas um verdadeiro maestro estuda e treina tarefa de coordenação. Esta deveria ser a exigência maior a fazer-se dos líderes: a competência técnica indispensável pelo respeito que inspira a pessoa que conhece o assunto.
  7. Poder de decisão – Substituir indecisão por decisão, galvanizar a indiferença com entusiasmo realizador, transformar dúvidas em ação, constituem prerrogativas do líder. É natural que com isso, arrisque-se a ser arbitrário, teimoso, ou excessivamente rígido nos métodos, mas quando coloca o indivíduo em evidência, o mundo espera sua presteza em agir vigorosamente, sempre com acerto, se possível. Para decidir, o líder aprende a raciocinar, através de um processo constituído de seis elementos:
    1. Reconhecimento do problema a ser enfrentado;
    2. Acumulação de fatos, de todo material relevante;
    3. Classificação e arranjo, através de organização de tudo quanto se reuniu a respeito do assunto;
    4. Formulação de uma hipótese ou tentativa de solução que pareça mais provável à luz dos fatos de que se dispõe;
    5. Corroboração dessa solução hipotética para ver se existe alguma coisa dentro dela, se é razoável e se tem possibilidade de agir com acerto;
    6. Adoção ou aceitação da hipótese ou da tentativa de solução como válida e útil;

      Muitos líderes perdem tempo procurando salvar-se de erros de julgamento, quando a admissão cândida do engano e uma nova partida seriam preferíveis. Pensam que mudança de pensamento ou alterações nos planos são sinais de fraqueza. Nada pode ser mais falso. Um dos aspectos mais positivos do poder de decisão é saber quando se chegou a uma decisão errada e decidir a mudá-la. Somente o homem que nunca fez nada, não erra nunca.
  8. Inteligência – Significa a capacidade de ver o que tem de ser visto, sentir as relações e as analogias, encontrar os fatores relevantes nas experiências vividas que possam ajudar a compreensão das dificuldades presentes. Inteligência é a habilidade de avaliar prontamente as situações, de ver a sua significação no conjunto total das experiências passadas e presentes e de encontrar orientação para uma linha de ação correta. A capacidade de inteligência difere muito de pessoa para pessoa. (...). O conceito de inteligência está muito ligado a versatilidade, a imaginação e senso de humor. (...). A habilidade de imaginar é a de criar com antecipação, na mente, a linha de ação ou a norma de conduta que se revelará a mais indicada e prática. Versatilidade é flexibilidade, o poder de adaptação do líder. O senso de humor é um lubrificante; ajuda o líder a não se levar excessivamente a sério e a tornar suas relações mais cordiais e menos tensas. Quando as pessoas riem juntas, aproximam-se mais em espírito, para melhor unidade do grupo.
  9. Habilidade de ensinar – Todo líder é um bom facilitador, ajuda seus liderados ensinando-os. Há diferença enorme entre “ensinar” e comandar. Um bom líder é um guia. Cabe-lhe despertar nos outros o desejo de aprender.
  10. – Mais do que ninguém, o líder tem de acreditar que a sua missão vale a pena. Assim transforma, nos liderados, a dúvida em confiança. Nenhuma observação é mais perniciosa do que esta: porque incomodar com isto? Esta atitude neutraliza qualquer esforço. O verdadeiro líder tem fé no mundo, como um lugar que existe o melhor e o pior, onde, embora incerto, o esforço para chegar ao melhor pode dar resultados. Se alguém perguntar, todavia, em que o líder precisa ter fé, a resposta é uma só: o líder precisa ter fé nas pessoas. Precisa acreditar que elas preferem o amor ao ódio, a bondade à crueldade, a esperança ao desespero, criar ao destruir.
  11. Exemplo – Queira ou não queira o líder, os olhos de seus liderados estão constantemente voltados para ele. O exemplo é decisivo; os exemplos arrastam. A vida do líder fala sempre mais alto a seus liderados do que a sua voz. Quando a vida está em contradição com as palavras, há uma falta de lógica que escandaliza os fracos e revolta os fortes. Não se obtém a cooperação dos outros, se não se exige sempre mais de si próprio. Homem moderno não admite disciplina se não é recíproca, se o que lidera não cumpre com os deveres do seu cargo com a mesma exatidão que exige dos seus liderados.
  12. Humildade – O líder deve ter nascido grande ou terá de chegar a sê-lo; e não se é grande na medida em que se é desinteressado de si mesmo conforme Lacordaire, “tudo o que no mundo se fez mesquinho, foi feito em nome do interesse”. Sem humildade a força não é mais que violência. Toda autoridade que não é humilde, é grotesca e o verdadeiro líder não age com interesses pessoais é desinteressado neste sentido. Não busca vantagens pessoais, nem glórias. Não é líder para si mesmo, mas para os outros. Afinal o homem não é nada mais que um homem.

As Quatro Virtudes Cristãs

Um líder não terá sucesso se não possuir as virtudes cristãs, as quatro virtudes cardeais:

a) Prudência – o hábito de entregar todas as coisas à Divina Providência. Nesta virtude inclui-se a sabedoria, a imparcialidade e o tato.
b) Justiça – o hábito de dar o que é devido, incluindo a Deus e ao próprio homem. Nesta virtude incluem-se os deveres de religião, obediência e gratidão, e também integridade e boa vontade para com os outros.
c) Temperança – autocontrole, para maior desenvolvimento da natureza do homem, assim como para alcançar objetivos individuais e sociais. Inclui pureza humildade e paciência.
d) Fortaleza – O Espírito que resiste suporta e triunfa sobre as provações e tentações da vida. Inclui coragem moral, diligência e autodisciplina.

LE 625. Qual o tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem, para lhe servir de guia e modelo?
Resposta:
“JESUS”.